A imensa quantidade de resíduos sólidos produzidos no Brasil e no mundo exige a invenção de outras formas de se consumir e produzir.
O documentário "Ilha das Flores - (1989)", assim como "Estamira - (2004)" - www.youtube.com/watch?v=KFyYE9Cssuo, ambos escancaram a relação entre desigualdade social e consumo.
O sociólogo polonês Zigmunt Bauman arriscou em sua obra, uma interpretação sobre os casos em tela: A desigualdade social entre os que têm e os que não têm. Se os objetos de desejo de consumo se multiplicam cada vez mais, os sentimentos de insatisfação, frustração, rancor e humilhação, por não poder tê-los, também cresceriam na mesma medida.
Será que foi isto que ocorreu nos movimentos de junho/2013, no Brasil?
O consumo, no mundo contemporâneo, se tornou sinônimo de sucesso, felicidade e bem-estar. Por consequência, os que não têm "poder de compra" são estigmatizados como fracassados, perdedores e infelizes.
"EU COMPRO, LOGO SOU "e" COMPRAR OU NÃO, EIS A QUESTÃO?

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